terça-feira, outubro 24, 2006
sábado, outubro 21, 2006
QUANDO ESTAMOS À BEIRA DO PRECIPICIO A ÚNICA FORMA DE AVANÇAR, É RECUAR!
Assim sendo, aí vai o primeiro.
-Gostava de te fazer
-Como faz a libelinha.
-Convidar-te para comer,
-Enquanto te como a "coisinha"
Obrigada a todos
Vou começar por vos agradecer a aderencia ao movimento de apoio aos tolinhos. Agradeço também as centenas de cartas que recebo diáriamente. Tento responder a todas, mas nem sempre tenho solução para todos os vossos problemas, e se ainda não recebeu uma resposta à sua carta não desespere ela acabará por chegar.
Mas já agora, e não me levem a mal, era preferivel que correspondecem comigo através dos comments, escusam de ter vergonha porque existem milhares de pessoas com problemas semelhantes aos vossos e assim até os estariam a ajudar.
É que realmente a minha casa não é muito grande e já começo a ter alguns problemas para conseguir abrir a porta (são tantas as cartas...mas ainda bem).
Acreditem que não doi nada, só custa um bocadinho a primeira vez, porque depois não vão querer fazer outra coisa. É tão bom que por vezes até vão pensar que são altos criticos, daqueles que são mesmo famosos. E a vossa forma de escrever será tão boa que poderão vir a ser contratados para trabalhar na redacção de algum jornal.
E acreditem que não irão ser censurados por ninguém, bem só se for pelo ananás voador, ou pela tolinha de samonde,ou pelo j&b, mas eles não fazem por mal apenas lhes está no sangue a arte de mal dizer, mas é um bom mal dizer, porque eles fazem-no com muita categoria.
Até é bom sermos censurados por pessoas com este nível, é que não são nenhuns amadores nessa arte, eles são quase profissionais. Para serem mesmo profissionais só lhes falta conseguirem viver sem comer (sim pois não somos remunerados) porque quando o conseguirem fazer vai ser do melhor.
Espero então noticias vossas.
sexta-feira, outubro 20, 2006
ATENÇÃO!!!
quarta-feira, outubro 18, 2006
Descubra as diferenças
As imagens que se seguem são extremamente parecidas, contudo, existem algumas diferenças: Ah pois é! Pensavam que eu ia facilitar não?! ih ih ih. Descubram-nas. E dêem as vossas respostas nos comentários. Boa Sorte!!!
APITADELAS


Hoje ia a caminho do trabalho muito distraida, mas muito distraida mesmo, quando ouço uma buzina a disparar seguidinho. Pensei : pobre coitado do gajo para quem isto se refere deve ter feito merda da grossa mas também não havia necessidade da poluição sonora. Caros amigos... podem não acreditar mas afinal as "apitadelas" eram para mim. Eu, que sou bem maçarica na estrada, ia prai a 40 numa via rápida na faixa da esquerda. Quando soube que era eu o ponto central da questão mais vontade me deu de reclamar com o gajo. Porém quando olho para o carro de trás.... estava a gaja do EXORCISTA dentro do carro a ameaçar-me violentamente com o punho. Passada esta alucinação traumática (a tolinha da estação paga-me por me ter feito ver o filme) olho novamente pelo retrovisor quando vejo que era apenas um taxista, embora parecesse tão possuido como a outra.
Toda esta situação faz-me pensar. Os CAMELOS dos taxistas quando levam alguém em viagem vão a enconar todo o caminho a conversar sobre nem sei o quê que faz sentido para o não sei quantos. Coitada da pessoa que esteja num taxi numa cidade que não conhece. Porque vai andar as voltas para chegar a um local ao lado daquele onde apanhou o taxi , ou seja, aquele estava com certeza fora de serviço; e se assim era onde é que o atrasado normal ia tão ligeirinho? Acontece que terminado o meu trabalho ( que não demorou tanto tempo quanto isso- especialmente hj) venho para casa. Ao passar por um dos siversos tascos que se situam naquela rua quem é que eu vejo quem é ? e respondem vocês - O taxista. E eu- não, foi a possuida da Emily Rose.
Estou a brincar lógicamente era o taxista que estava com tanta pressa porque tinha a mine áquesser nu tascu.
Enfim, para concluir quero apenas esclarecer que adoro o nosso país e não o trocava por nenhum outro. Mas reflectindo sobre o terma da estrada tenho de referir. Quando vamos a algum outro país de imediato sentimos algo de estranho no trânsito, após pensarmos um pouco vamos dar pela falta dessa coisa tão comumente usada pelos portugueses, que é a apitadela. As pessoas não se fazem às estradas sem esperar pelo semáforo e acima de tudo há muito mais civismo na condução. Além disso também há menos acidentes na estrada causados por condutores embriagados, como este taxista que vejo da minha janela a tentar entrar para o carro....
sábado, outubro 14, 2006
O país dos Noodys
O PAIS DOS NOODYS
Tem algo de puramente satânico toda a envolvência para conceber, criar, produzir e vender… aquelas aberrações que são os micro-carros. Ninguém me tira da ideia que estas versões amaricadas do carro do Noody, tem como origem um dos seguintes extractos da população:
Vendedores de automóveis sem escrúpulos. Não sei se podemos chamar automóveis, àqueles isqueiros com rodas; mas o facto é que a ganância dos vendedores (visto estas máquinas de costura, serem vendidas ao preço de carros a sério), põe na estrada jarretas escleróticos a fazer miséria atrás de miséria, pondo em risco a integridade e a vida de toda a gente que anda na estrada.
Isto implica directamente e de imediato três situações:
Os chupistas dos vendedores enchem o cu de dinheiro.
Os velhos (pois nunca vi estas máquinas de costura serem conduzidas por alguém com menos de trinta anos), vão fazer perigar vidas para a estrada.
Nas aberrações causadas por estes Noodys, morrem mais jovens que jarretas.
2 – Médicos vendidos (desculpem a redundância). Não deixa de ser caricato, o quão “milagreira” pode ser uma nota de 50 €. Tem o mesmo poder curativo, que dois autocarros cheios de pastores I.U.R.D. Todos aqueles “jimbras” que sofrem de doenças mais que muitas, apenas porque pagam o atestado ao Sr. Dtº, ficam automaticamente habilitados a conduzir. Isto se podemos chamar “conduzir” ao deambular geriatrico em zig-zag. Eles ouvem mal (eu sei, atendo-os ao balcão e falo com eles), e vêem ainda pior (cobro-lhes as compras que fazem); ao ponto de não distinguirem a diferença entre o 20 de uma nota de 20€ e o 50 de uma nota de 50 €. Posso até adivinhar que eles não distinguem as cores, pois nem por aí diferenciam o dinheiro.
- Sr. Nicolau a nota de 20 € é a azul.
E com ar triunfante o “jimbra” estende-me uma nota de 10 €. Como diferencia um cromo destes as cores no semáforo? E não me venham com a treta da posição das luzes. Se do meu balcão de mercearia, eles não vêem a porta que está a dois metros e meio de distância, também são incapazes de descortinar aquilo que se passa no topo de um semáforo.
Segue-se a demora esclerótica e reumática do arrastamento até à porta, que me atesta mesmo sem ser médico, que esta cambada sénior, não está em condições de andar… quanto mais conduzir.
Isto vai levar-me a uma nova conclusão lógica.
Os médicos não inibem esta cáfila de conduzir, apenas porque isso seria “matar” a galinha dos ovos de ouro, dos atestados.
Os médicos contam ainda “consertar”, os pobres coitados mutilados e estropiados, pelos desastres naturais que mandam para a estrada. E contam reparar-nos porquê? Porque sabem que se contamos ficar em condições não vamos por os pés nos SAP’s, não vamos às suas clínicas privadas.
Não me digam que nunca tinham pensado nisto? O mal é que esta pandilha dos médicos é como a máfia… nenhum deles atesta que um colega atestou mal. Era logo corrido da ordem dos médicos, tiravam-lhe a licença profissional, e ele nem podia depois ser veterinário no Bangladesh.
Como faço parte das possíveis vítimas, devia-mos a meu ver organizar-nos, e matar aleatoriamente um médico por semana. Só para essa pandilha não pensar que nos mata impunemente.
3 – Penso, que no meio de tudo isto…também há aqui um dedo da segurança social. É que são os únicos que nada tem a perder. Pelo exposto acima, é mais que obvio que o utente, não sobrecarrega os SAP’s. Isso é o mesmo que dizer, que o borrego vai voluntariamente ao matadouro. E o governo encara como medida de reformulação da segurança social, o facto dos “jimbras kamikazes”, se matarem também nos acidentes em que estão directamente envolvidos. Morrem, logo deixam de receber pensões; e esses sim; de sobrecarregar os SAP’s.
É pois, algo triste o futuro que se avizinha.
- Vamos descontar até ser-mos nós “jimbras”.
- Ficamos inaptos e ineptos.
- Compramos a versão gay do carro do Noody (eu vou querer uns daqueles que há, com jantes especiais… ou até um de caixa-aberta.
- Passamos a ser um dos deles.
- Matamos uns quantos dos nossos.
- Morremos no processo:
Ganham os vendedores; ganham os médicos; ganha a segurança social, morres tu.
conta
1 - Enquanto o médico te passa receitas, o teu estado não será grave. E que pensarás tu, quando ele te apresentar a conta de surpresa?
2 - Quando um especialista vai lidar com imbecis, deve levar um imbecil como tradutor?
3 - Errar é ser humano... ser apanhado a errar é ser estupido!
a crise acabou
Vou aproveitar para tecer uma critica a uma noticia que ouvi hoje na rádio que me deixou estupefacta, ia eu a caminho do trabalho quando ouço o nosso ministro da ecónomia que muito educadamente diz, entre outras coisas:” … a crise acabou…” quero aproveitar para lhe agradecer o facto de avisar os Portugueses porque, meu amigo, fica já a saber que ninguém deu por nada e se o senhor não nos avisasse ficaríamos sem saber. Eu bem que procurei nos bolsos e no saldo da minha conta bancária e realmente cheguei a uma conclusão, o senhor deveria estar a referir-se a alguma crise que estava a atravessar, tipo crise de identidade, porque para mim não acabou nada e calculo que para vocês também não.
Olhó Morango fresquinho!
sexta-feira, outubro 13, 2006
quinta-feira, outubro 12, 2006
É o peixinho
Sou um trabalhador estremamente ocupado, e usualmente nem tenho tempo para perder em blogs. Mas queria demonstrar aqui, o meu desagrado por uma situação, que presenciei no restaurante on de habitualmente almoço.
Chegou um ao dito restaurante, um anafado cavalheiro que se senta na mesa em frente à minha. Bem vestido, ar jovial de quem está bem com a vida, e saúda-me com um inclinar de cabeça, acompanhado de um rasgado sorriso, deixando-me ver duas fiadas de dentes brancos e afiados como os de um javali. Aliás até a corpolencia era semelhante. Eu, bem educado (não tenho culpa, a minha mãe educou-me assim), devolvo um aceno e um sorriso, que talvez com dentes menos afiados, mas igualmente rasgado. Deixei, no entanto e com um brilho no olhar, escapar um som entredentes, que parecia "olá como está", mas era algo do gênero do "vai-te embora badocha, que apanhei eu o último caldo verde". Caldo verde esse que eu terminei, mesmo nessa altura. E foi mesmo a tempo que o empregado já aí vinha com os meus dois carapaus grelhados. Isto para a minha mãe até deve parecer ficção cientifica... eu a carapaus grelhados. O empregado faz aterrar o meu prato na mesa, e com desenvoltura apróxima-se do meu vizinho da frente e pergunta:
- Para o senhor Silva é o peixinho não é? A minha mulher está já a tratar dele.
Sr. Silva, era esse o nome do "javali". Ele grunhiu um sonido à laia de resposta, virtualmente incompreensivel; e que de qualquer modo perdeu a sonoridade toda, ao etravessar uma boca larga como a porta de uma garagem, e ainda por cima cheia de pão com paté de sardinha meio mastigado. Ìa eu na segunda batata cozida, quando findas todas as embalagens do dito paté e uns quantos trigos, acompanhados por mais de meia garrafa de "muralhas", eis que chegua o "peixinho". Meus caros... abri eu a boca e não foi para meter comida. O dito "peixinho" era nada mais nada menos, que um tamboril de aproximadamente três kilos, e que ultrapassava em dimensão, o individual de papel que eu tinha debaixo do prato. Se estava boquiaberto, mais boquiaberto fiquei, pois não foi só o "peixinho" que "marchou"... foi também uma travessa de legumes salteados, e uma segunda garrafa de "muralhas". Se mais estupefacto eu pudesse ficar, seria talvez com a velocidade com que a comida desapareceu. Ora aqui está, ora já não. Parecia um truque de magia do Luis de Matos. Acabou a sua refeição ainda antes da minha... e enquanto eu tomava o meu café; o sr. Javali Silva, despachou uma fatia de Vienetta, café e Brandy. Acabamos por pagar e sair em simultâneo... e enquanto eu cavalheirescamente segurava a porta para ele passar, uma ideia absurda me ocorreu. O sr. Javali só comeu peixe e legumes. Obviamente está de dieta!!!!!
